historia encantadaistória encantada,
Melhor se o fosse cantada,
Cantada como Lá.....

Como o canto, eis conto.
Ao ritmo do pulsar coração, onde os "acordes" são ouvidos,
e vamos seguindo este som encantado.
Entre conto de fadas ou lenda:

Normal 0 21

Aos Viajantes Alados
que esqueceram que têm asas e podem voar
.

História encantada, melhor se o fosse cantada, cantada como Lá.
É sentir uma historia ou estória, se soltar e se permitir ser levado pelo próprio sentir.
Viajantes: sentem em energia um sentimento de um Foi. Que não É - e quem sabe: Será.
Vai a quem sente... E quem sente: sabe.
Sendo fiel às lembranças do arquivo: Coração.
A Verdade vinda do sentimento-AMOR aquece o arquivo!
A alma sente. A ela, não há como ocultar.

Um ponto no infinito.
Onde três estrelas brilham.
Seu brilho tão visto.Brilho Luz.
Luz aquece o arquivo.
Sente e lembra o compromisso.O compromisso com a Verdade.
Sempre a Verdade, o sempre se torna presente, pois a área é coração.
Pois só ela é capaz de nos soltar, nos libertar, nos acalentar.
Existe o Chamado.
E os Viajantes sentem este Chamado.
Estes escritos vão para quem sente.
Seguem para os Viajantes.
São palavras de sentimento, e nem sempre há razão racional.
E muitos viajantes, estão detidos, numa luta pessoal.
O sentir aponta, e a mente racional desconhece, mas acompanha, afinal é um processo consciente.
Portanto, sendo o mais clara possível, é só e tudo isso: Escritos para quem sente.

Praia. Maio 1987.
O forte aroma do mar chega ao mais íntimo do ser.
Águas claras; céu limpo.
As gaivotas dão um lindo espetáculo.
No horizonte, até onde chega à vista, não se consegue mais diferenciar o céu do mar.
Reluz o reflexo dourado do sol no mar.
Gaivotas voam, deslizam no céu.
Gaivotas inclinam-se para o mergulho.
O mergulho em busca do alimento.
Rasgar as águas, como véus, e encontrar o alimento: Vida.
As gaivotas mergulham em vôos rasantes...
No impacto com a água, seus corpos parecem frágeis, mas a fome que gera a busca, é maior.
É mais forte.
Sentem medo?!!!
Mesmo que temam, a necessidade é maior.
Ali está o alimento: A Verdade.
Como gaivotas que sentem seu rumo: Os Viajantes.
Eles sentem, portanto, sabem.
Sentem que pertencem a outras aragens.
Sentem; por vezes, o sentir se torna tão distante, como as aragens.
Aragens - qual foto, gasta pelo tempo.
Há nostalgia, e em alguns já saudades... De um tempo ou Lugar.
É vago, porém, é sentido.
Aos Viajantes vão estas palavras.
Pois nas palavras, está contida uma verdade vivida.
E ao Som: sentimento, área coração.
Ao coração nada é induzido ou auto-sugerido, Reino da essência - Luz.
Como enganar? Como duvidar de uma verdade que arrebenta o peito? Não há.
Quem sente, sente.
E o coração esquenta como a Água ao Sol.
Como gaivotas que sabem seu rumo e o que querem: alimento.
Sem fórmulas, só o sentir.
Sem indução. Afinal, não há como induzir um sentimento.
Segue um propósito, e o propósito é para os que sentem no peito.
Aos Viajantes.
Em meio à bela Terra, como o sol no mar, estão os Viajantes.
E vêm os dias e as noites.Os Viajantes continuam - é vital continuar.
Ressurge no coração quente ou ate um simples gesto ou olhar de alguém.
Nos trás algo familiar.
É vago, porem é sentido... É só sensibilidade ou fuga?!
É algo esquecido, que vez por outra, ressurge, como uma suave explosão: - O que faço aqui?
Aos Viajantes.
Como uma noite fria: Há inconsciência.
O nome? Criatividade, sensibilidade.
É só a quem interessa e daí possa...Interesse que vem da alma e através do próprio sentir, possa soltar-se consciente rumo ao lar.





 

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